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O Dia Mundial da Educação Ambiental, em 26 de janeiro, reforça que o descarte correto de resíduos começa dentro de casa e depende de mudança de comportamento. A EcoOsasco, que realiza a coleta de resíduos e mantém os Ecopontos da cidade, avalia que educação ambiental contínua e objetiva é o elo entre o serviço e o resultado na rua: menos descarte irregular, mais organização urbana e preservação ambiental.
A EcoOsasco, empresa da Marquise Ambiental destaca que a rotina de descarte, quando bem orientada, reduz problemas visíveis — lixo espalhado, entupimento de bueiros, mau cheiro, atração de vetores e formação de pontos viciados.
Por isso, a informação precisa ser prática: o cidadão deve saber como acondicionar resíduos, quais itens não vão para a coleta comum, onde levar volumes maiores e quais canais usar para solicitar serviços.
“Quando a educação é sistemática e contínua, o cidadão passa a descartar com consciência — o que antes era feito no automático vira hábito correto”, afirma Hugo Nery, diretor-presidente da Marquise Ambiental e conselheiro da ABREMA.
Em Osasco, a EcoOsasco combina ações educativas e operacionais para aproximar informação e prática. Entre as iniciativas estão intervenções de urbanismo socioambiental, como revitalização de áreas verdes e instalação de jardim vertical, mobilizando cerca de 60 munícipes, além de orientação porta a porta que alcançou 2.945 moradores e ações sobre Ecopontos que impactaram 1.032 pessoas.
“A educação ambiental funciona quando vira rotina e quando a pessoa enxerga o serviço funcionando bem.”, afirma Vini Fernandes, gerente de Marketing e Inteligência Social do Grupo Marquise.