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O calor, a umidade alta e os dias chuvosos são ideais para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras doenças. Dessa forma, é no verão que os focos do mosquito aumentam significativamente. Na cidade de Osasco, apenas neste ano, segundo dados do Ministério da Saúde, há 102 casos prováveis da dengue estão sob observação.
Segundo a coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, Amanda de Oliveira, é preciso atentar-se, primeiramente, com as reações da doença, que podem ser confundidas com outras, haja vista que a febre é um dos sintomas.
“A dengue, cujos sintomas incluem febre alta, dores no corpo, dor de cabeça, erupções cutâneas e fadiga, pode ser facilmente confundida com outras doenças. Ao apresentar esses sintomas, procure imediatamente um médico para diagnóstico e tratamento adequados”, explica.
A docente acrescenta que é importante observar os sinais respiratórios e gripais. “Sintomas como dor de garganta, nariz entupido, tosse seca e coriza são comuns na Covid-19, mas raramente aparecem em casos de arboviroses”, acrescenta.
Os principais sintomas da dengue podem variar de leves a graves, e incluem: febre alta; dor de cabeça intensa; dor atrás dos olhos; dores musculares e nas articulações; manchas vermelhas na pele (exantema); náuseas e vômitos; fadiga e cansaço excessivo; e sangramentos (em casos graves).
A especialista dá algumas dicas para evitar a proliferação do mosquito neste início de ano e evitar a doença. Como eliminar água parada, instalar telas de proteção, manter piscinas limpas e cooperar com as campanhas de prevenção.